Para Balestra, queda da taxa de juros básico deve aquecer mercado em breve

saude (59).Movie_SnapshotA queda na taxa básica de juros prevista para o fechamento de 2017 – informação divulgada pelo Banco Central na última segunda-feira, 10 – foi assunto de destaque na voz do deputado Roberto Balestra (PP), em plenário da Câmara federal, nesta terça-feira, 11. Segundo dados do Boletim Focus, a previsão era de que a taxa chegaria ao final de 2017 em 8,75% ao ano,valor que agora  já está estipulado em 8,50%. Para Balestra, esse avanço é resultado dos cortes sistemáticos realizados pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Em janeiro deste ano, esse percentual chegou a 13,75%.

“Esta queda deve ter um reflexo positivo em breve na economia, tendo em vista que taxas de juros altas tendem a inibir o consumo, que, em um país continental e populoso como o nosso, é um dos fatores fundamentais para a geração de empregos e produção de riquezas”, apontou o deputado. O parlamentar analisa também que a redução significativa da taxa Selic, prevista para este ano, vai estimular a oferta de crédito e o reaquecimento da economia brasileira.

Barateio dos financiamentos, inibição de investimentos especulativos e geração de emprego e renda para o país são alguns dos benefícios que a redução das taxas de juros poderá ofertar para tirar o Brasil da crise, na opinião de Balestra. “Desta vez, embora infelizmente a nossa população venha sofrendo muito, podemos ter certeza de que o nosso futuro crescimento econômico virá amparado em bases sólidas e não em um populismo irresponsável de se gastar mais do que arrecada e que nos colocou em um período de três anos sombrios”, completou.sobre-economia-2

Ainda sobre o momento de recessão econômica pelo qual o Brasil passa, Balestra argumentou, em seu discurso, que o país já começa a dar sinais mais fortes de recuperação, tendo em vista que a inflação já recuou, se comparada à expectativa do Banco Central, e deve fechar 2017 em 4,09%. Para o deputado, o pior para o país já passou. “Isso pode ser afirmado com base nos diversos indicadores que apresentam melhora contínua, embora ainda tenhamos que lidar com a face mais triste de uma crise econômica: o desemprego que assola o nosso povo”, concluiu.

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