Pronunciamento Roberto Balestra (07/03/2018)

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, cidadãos que nos acompanham pela TV e pela Rádio Câmara, em 2017 vimos um governo atento ao colocar na pauta do Congresso Nacional as grandes reformas, acontecimento nunca visto desde a redemocratização do País. Isso mostra a coragem e a vontade de sair da crise e de ajudar os brasileiros. Os resultados já estão sendo notados. O primeiro deles é o Orçamento de 2018 e o teto de gastos, que estão rigorosamente dentro do que o País precisa no momento.

No início deste 2018, recebemos a notícia do aumento do PIB em 1%, da queda do desemprego e da retomada da economia. Lembro, nobres pares, que, ao discutirmos nesta Casa a PEC do Teto de Gastos, surgiram muitas críticas dos partidos de esquerda. Porém, seguimos em frente e votamos a favor. Agora estamos colhendo os frutos: o resultado é o crescimento do PIB e a previsão de crescimento de 3,5%, no fim do ano. O País está saindo da recessão e se preparando para voltar a crescer. Sempre votamos com responsabilidade, pelo bem do Brasil.

No auge da crise econômica e da insatisfação com o Governo anterior, todos os especialistas apontavam para a necessidade de fazer as reformas estruturantes para o Brasil. Como prioridades, para colocar a economia brasileira de volta aos trilhos, estavam as reformas que viessem a assegurar a produtividade e a segurança da economia, visando a torná-las menos suscetíveis aos momentos de turbulência. Enquanto muitos criticavam o Governo Temer, o Presidente continuou a lutar por melhorias, e agora vemos as melhorias.

Sempre defendi que tem hora certa para fazer as reformas, e somente estas podem garantir um país mais moderno e mais competitivo no futuro. O teto dos gastos foi um ato necessário, aconteceu na hora certa, para podermos ajustar as contas de forma gradual, sem retirar direitos, sem cortar recursos dos projetos mais importantes e essenciais. A saúde e a educação, por exemplo, serão preservadas. Com isso, foram criados mecanismos para garantir que essas áreas prioritárias não sofrerão perdas.

Se em outros momentos os governantes evitaram tocar em temas espinhosos, com o temor de não se ter clima político para isso, agora temos todas as condições, pois tudo o que a população e a classe empresarial esperam é uma solução breve para esta crise. Estamos vivendo um momento em que a economia exige de toda a sociedade dedicação e esforço, para que o Brasil continue no caminho do crescimento.

Esta recessão puniu as camadas mais pobres, e o reequilíbrio das contas públicas será um dos propulsores para a recuperação do País. Nós não podemos mais aceitar a inflação descontrolada e o desemprego, porque são os trabalhadores, chefes de família e aposentados que pagam a conta.

A PEC do Teto dos Gastos está trazendo equilíbrio para as contas públicas, e este é o momento em que vamos superar a crise e recolocar o Brasil no caminho da justiça social, com desenvolvimento de verdade.

Sr. Presidente, peço a V.Exa. que meu pronunciamento seja divulgado pelos meios de comunicação da Casa e pelo programa A Voz do Brasil.

Muito obrigado.

 

 

Ainda no h comentrios

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