Pronunciamento Roberto Balestra (19/06/2018)

Sras. e Srs. Deputados, cidadãos que nos acompanham pela TV e Rádio Câmara. Em todo o País, é possível dizer que a vida das pessoas praticamente já voltou ao normal com o fim da greve dos caminhoneiros, uma paralisação que nos mostrou o quanto essa categoria de trabalhadores é importante e o quanto é preciso discutir urgentemente formas de aprimorar o nosso transporte rodoviário, para o bem dos trabalhadores e da sociedade em geral.

No entanto, por mais que a sociedade não veja mais esse reflexo no dia a dia, ainda há muitos debates em curso para garantir que outra crise assim não volte a ocorrer. Fico feliz em poder compartilhar com as pessoas aqui, no Congresso, que é a legítima Casa do povo brasileiro, essa discussão iniciada com a greve que ainda não esfriou. Nesta terça-feira, pude participar de uma importante discussão da Frente Parlamentar Agropecuária, coordenada pela Deputada Tereza Cristina, do Mato Grosso do Sul, sobre o tabelamento do frete rodoviário feito pelo Governo Federal.

Esse foi, sem dúvida, um dos pontos mais controversos do acordo proposto aos caminhoneiros, e nós, como representantes legítimos do povo e defensores da agricultura como força motriz da nossa economia, não podemos nos furtar de participar desse debate.

O que pareceu claro é que o tabelamento mínimo não atende ao setor produtivo e também tem gerado prejuízos aos caminhoneiros, principalmente os autônomos. Também fica claro que essa não é uma medida que vai de encontro ao livre mercado que tanto defendemos e tira o direito de negociação entre as partes envolvidas.
Como Presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e

Abastecimento, entendo que não há setor em que o transporte e o escoamento sejam tão importantes como na agricultura, e os produtores estão ansiosos por uma solução definitiva nesse sentido.

Sabemos que todos os problemas que geraram essa crise são resultantes de uma série de decisões estruturais que não foram tomadas ao longo dos últimos anos. Sobrou ao atual Governo a missão de solucionar esses gargalos. Para isso, será preciso discutir muito, ouvir todos os lados, propor ideias, para enfim chegar a um denominador comum. Esse é justamente o nosso papel aqui, e podemos garantir à sociedade que esta Casa não está se furtando dessa missão.

Sr. Presidente, peço a V. Exa. a divulgação do meu pronunciamento pelos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil.
Muito obrigado.

Ainda no h comentrios

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